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sexta-feira, 30 de março de 2012

Jovens brasileiros que começam a fumar são atraídos pelo sabor



Pesquisa inédita realizada em 13 capitais brasileiras aponta que o cigarro com sabor é o preferido entre os adolescentes brasileiros que começam a fumar. O estudo revela que os jovens que escolhem esse tipo de produto fumam mais e com maior frequência que aqueles que escolhem cigarros sem aditivos.
"Não resta dúvida: o cigarro de sabor é uma porta de entrada das crianças para o tabagismo", afirma Vera Luiza da Costa e Silva, uma das autoras do trabalho e professora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP- Fiocruz).

O resultado do estudo, obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo, é divulgado no momento em que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprova a resolução que proíbe o uso de aromatizantes nos produtos derivados de tabaco. O uso do açúcar, que era uma reivindicação da indústria, continua permitido.

De um lado, médicos e associações que se dedicam a combater o tabagismo apoiam o fim da adição de produtos ao cigarro – uma estratégia que, afirmam, é adotada pela indústria para atrair o jovem para experimentação. A indústria, por sua vez, declara que a incorporação de sabores como canela, cravo e menta é usada no Brasil há anos, gera empregos e não atrai jovens para o vício. Trata-se apenas de uma opção para adultos.

"Os resultados do estudo demonstram o contrário. Cigarro com mentol é o preferido entre os estudantes brasileiros", diz a coordenadora do estudo, a pesquisadora Valeska Figueiredo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
5 milhões morrem por ano no mundo por causa do tabaco
O Instituto Nacional de Câncer (INCA), órgão do Ministério da Saúde e Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgou manifesto externando sua indignação com relação às informações divulgadas – em publicidade paga – por organismos ligados à indústria do tabaco.
De acordo com o INCA, é fato científico que o consumo dos produtos de tabaco provoca a morte de 5 milhões de pessoas a cada ano no mundo. No Brasil, são 200 mil mortes anuais. Ao todo, são 25 milhões de fumantes no nosso País. “A população precisa ser e estar bem informada sobre os riscos para a saúde provocados pelo consumo dos produtos do tabaco, assim como das vantagens de abandonar o consumo”, diz o documento.
Braço da Pesquisa Global de Tabaco na Juventude da Organização Mundial da Saúde, o estudo foi feito com base na análise de entrevistas feitas, entre 2005 e 2009, com 17.127 estudantes de 13 a 15 anos do País.

Daquele que ainda manda flores


Cada flor tem significados distintos, que podem ser levados em conta na hora de presentear



Que Cartola me desculpe, mas as rosas falam, sim. Não com palavras, mas com seu significado. E as margaridas, as tulipas, os girassóis, as gérberas, as orquídeas, as azaleias. Todas. E cada uma é portadora de um recado diferente.
Com a chamada pós-modernidade, que muitos usam como desculpa para enterrar tradições, o ato de ofertar flores a uma mulher parece ter deixado o universo masculino. Só parece, pois ainda há os que fazem questão de colher sorrisos com elas. Há os românticos de carteirinha (em tempo: ninguém é menos homem por ter romantismo em suas ações), os práticos e mesmo os meio atrapalhados, mas com uma vontade sincera em presentear uma amiga, namorada, esposa, irmã, professora, colega, mãe ou avó com um buquê, ou mesmo um botão solitário (que tem mais valor do que parece).
Pode ser dada uma flor que você mesmo plantou. Se o mais perto que você tem de contato com a natureza é comprar alface no supermercado, elas também podem ser compradas (e lá mesmo). Passar por aquele florista da calçada no caminho do trabalho para casa e se lembrar de determinadamulher é uma das sensações mais gostosas dessa vida (para você e para ela). Também é legal, ao passear com ela, parar num lugar desses, ou mesmo numa lojinha mais caprichada (em Belo Horizonte, capital mineira, há até um café bem bonito que fica dentro de uma floricultura). O serviço de entregas também é uma mão na roda para quem não tem muito tempo, mas tem muito carinho.
Pode ser em uma situação especial. Um nascimento, umapromoção, um aniversário (dela ou de casamento, ou ainda de namoro), Dia das Mães, Dia dos Namorados. E dia de nada. Sim, isso mesmo: de nada. A surpresa é ainda maior.
Também não há idade certa. Nem errada. Uma mulher não deixa de gostar de ganhar flores porque já passou dos 50, dos 60. E nem se já tivesse passado dos 100. Nunca é cedo, também, para começar. Mãe gosta de flores dadas pelo filho – e é um exercício bom para começar cedo mesmo, garoto (vai ser útil um dia). Aos adolescentes: não é “quadrado” dar flores.
Ah, ninguém fala muito disso, mas homens também recebem flores de vez em quando. A testosterona nunca impediu ninguém de entender as mensagens nelas. E não estou falando só do cartão que vem junto.           
Mesmo se o internauta não for “daquele que ainda manda flores”, pode ter batido uma vontadezinha de passar pelo jardim ou pela florista da esquina antes de ir para casa ou para um jantar com ela num restaurante bonito, não é? Bateu dúvida sobre a flor certa a dar? Cada uma tem um significado, seja uma só ou um grande buquê. Não se engane. Vai aí uma pequena ajuda sobre algumas espécies:
Rosa - Vermelha: geralmente ligada à paixão (no bom sentido), mais apropriada para casais mais sólidos, já com forte intimidade. Amarela: desejo de felicidade ao presenteado, além de amizade, interessante para mulheresmais jovens. Branca: paz e pureza, geralmente para meninas e moças, por isso bem comuns em festas de debutantes. Champanhe (levemente alaranjada): respeito, admiração, boa para mulheres de mais idade também. Cor-de-rosa (ou rosa-chá): carinho, agradecimento, charme, doçura, legal para ser dada a mulheres de todas as idades.
Detalhe interessante: há mulheres que merecem um buquê com todas essas cores juntas. Além de bonito, mostra os vários lados de uma só pessoa a quem queremos homenagear com o presente.
Alecrim – Ok, não é flor, mas faz parte de alguns arranjos. É tempero, eu sei, mas não tem cheiro de cozinha, além de ser bonito se misturado a outras plantas belas e perfumadas. Significa força, felicidade e coragem.
Azaleia – Demonstra elegância.
Begônia – Carinho, felicidade, delicadeza, simplicidade, cordialidade e alegria. Um mimo e tanto.
Bromélia – Felicidade e amizade forte.
Copo de Leite – Paz, inocência e pureza.
Cravo – Entrega, liberdade. Mas o cheiro é muito forte e requer certo cuidado.
Crisântemo – Luz e esperança. Porém, requer certo cuidado para presentes, pois é mais usado para situações como funerais. Nada disso impede, entretanto, que um bonito vaso de crisântemos esteja em arranjos.
Dália – Harmonia, reconhecimento, gentileza.
Girassol – Força, calor, integridade, dignidade. Forte significado de sucesso.
Gérbera –Simplicidade, charme e sensualidade (no bom sentido, não no vulgar). Também significa inocência infantil. Vai bem em decorações de eventos para jovens (também por suas cores vibrantes) e como presente a mulheres que acabaram de ter seus bebês.
Lírio – Saudade, pureza, ingenuidade, inocência e inteligência, envoltos em simplicidade. Não à toa, o próprio Jesus os usou como exemplo em Mateus 6. 28-29, dizendo que o homem, mesmo com tanto esforço, não se igualava à delicada flor.
Margarida – Simplicidade, pureza, criatividade e confiança.
Orquídea – O Brasil é um dos países mais fartos em variedade dessa delicada e intrigante flor. Significa beleza feminina, amor, desejo, pureza espiritual, sabedoria.
Flores do campo – Esses buquês mistos passam um pouco de cada significado das flores que os integram, uma boa pedida para quando o ofertante tem dúvidas. Sempre bonitos e coloridos (se possível, tente incluir pelo menos uma orquídea, que o valoriza muito).
Tulipa – Sofisticação, beleza, prosperidade.
 
 “E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;

E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória,
 se vestiu como qualquer deles.”
Mateus 6:28-29

Mulheres que têm compulsão por compras


Qual a mulher que nunca teve que se controlar na hora de ir ao shopping e ver aquelas vitrines atraentes, cheias de adereços e um manequim com a roupa toda combinando? Comprar é um ato saudável e necessário, mas antes de sair gastando por aí, perceba se o consumo não é exagerado e usado unicamente como fonte de prazer e válvula de escape para fugir de algum problema. Enfim, avalie e perceba se você perde facilmente o controle e se realmente precisa das peças ou esquece rapidamente da compra. Caso sim, este é um indício de compulsão por compras.
“Uma das características mais aparentes de quem é compulsivo por compras e sofre desta síndrome, que é considerada uma doença, é que a pessoa só se sente bem e feliz quando está comprando e nada é capaz de contê-la, nem mesmo a falta de dinheiro. Muitas vezes, mesmo sabendo que não pode gastar, ela não tem pudores em passar o cartão de crédito na loja e comprar sem medos”, comenta a psicóloga Érika Milfro.
De acordo com a especialista, há mulheres que são tão dependentes em gastar que chegam a transpirar e ficam nervosas ao comprar algo que tanto. Elas, em alguns casos, mentem para outras pessoas dizendo que as roupas são velhas e escondem peças com etiquetas. “O pior de tudo isso é que nem sempre há o dinheiro em conta para cometer o exagero de gastar. Quanto mais elas compram, mais precisam comprar e o salário não consegue acompanhar o ritmo, e o fundo no orçamento bancário começa”, alerta Érika.
Foi o que aconteceu com a advogada Camila Crispin, de 32 anos. “No começo eu achei que a minha compulsão por compras era apenas momentânea, pois estava passando por uma fase ruim no meu relacionamento, então, eu comprava demais, até quando eu me sentisse melhor, pudesse voltar para casa e enfrentar os problemas, mas, com o tempo percebi que essa vontade de comprar ia crescendo cada vez mais e eu não gastava mais por precisão, e sim pelo prazer. Gastei muito com peças e acessórios que nunca usei, já doei muitas roupas com etiquetas e até por serem modelos repetidos aos que já tinha, da mesma cor, tamanho, modelo. Eu nem lembrava mais das minhas peças”, conta.
Segundo Érika, a diferença entre quem consome saudavelmente e quem têm a compulsão por gastar é a inquietude em não poder consumir. Consequentemente, esta pessoa demonstra desníveis de humor, apresenta estresse e agressividade em algumas situações. “O tratamento para estes casos de compulsão se aplica por meio de terapia em grupo, onde cada um expõe suas dificuldades e medos, e o psicólogo mostra que as compras não podem dominar as pessoas e têm que ser algo saudável e consciente”, explica ela.
Dicas para se controlar
- Verifique se está exagerando nas compras e admita que precisa melhorar;
- Perceba de onde vem essa compulsão toda e o que originou tal problema;
- Reflita o prejuízo de tantas compras desnecessárias e tenha como objetivo gastar apenas com o que realmente é necessário;
- Mude gradualmente seus hábitos, se for preciso, não vá com tanta frequência em locais onde sentirá vontade de consumir;
- Faça uma lista com o que precisa comprar no mês e reveja durante três vezes alternando os dias, a fim de avaliar se realmente o gasto é necessário;
- Estimule metas e dias para fazer as coisas;
- Ao entrar em uma loja não desvie o foco, peça apenas pelo o que foi procurar;
- Ao término de cada quinzena avalie seu comportamento.

Bióloga pesquisa e acha cura da alma


Sempre ouvi dizer que quem não busca a Deus por amor, busca pela dor… Porém, nunca liguei para isso. Praticamente, nasci na IURD (eu devia ter uns 5 anos quando meus pais se converteram, hoje tenho 32), e nunca me afastei da igreja.
Ir à igreja era como um ritual. Comparecia às reuniões religiosamente e nada me impedia de estar ali presente, fisicamente. Até me “batizei” nas águas, quando adolescente. Devolvia os dízimos, fazia votos, campanhas e, mesmo assim, cometia alguns pecados. Estava consciente do meu erro, e ainda pensava como Deus era bom, pois, mesmo sem merecer, Ele me atendia e me guardava.
Casei com uma pessoa que não era da igreja, mas até nisso não tive problemas. Assim que nos casamos no civil, meu marido se batizou na igreja, e em 10 anos não tive do que reclamar, pois tenho um bom casamento. Apesar de tudo, eu não havia me entregado a Deus de todo meu coração, toda a minha alma, todo meu entendimento e toda a minha força.
Em meados de março/abril do ano passado (perto do primeiro jejum de Daniel), minha vida regrediu, o meu eu regrediu! Fazia coisas erradas e não abandonava aquelas práticas, mas era feliz. Tanto que, em uma aula de inglês, durante a “conversation”, me perguntaram: “Are you happy?”. E eu respondi: “Yes, I’m happy”. Naquele dia eu estava me sentindo tão feliz, mas tão feliz que, até então, não tinha me dado conta.
Novamente, lembrei-me de Deus e de Sua generosidade. Pois, apesar do meu desleixo espiritual, eu ainda era feliz. Só que a partir daí minha vida foi decaindo…
Comecei a ter medo do nada, além de muita angústia e desespero. Meu coração disparava, tinha vontade de chorar, não me alimentava direito, boca seca, falta de apetite, intestino solto, perturbação na minha mente o tempo todo, sensação de luto sem ter perdido alguém, enfim, a felicidade tinha desaparecido! E eu não entendia o porquê daquilo, não sei até hoje o que desencadeou tudo.
Vinham acusações na minha mente e pensamentos do tipo “você não está liberta”, “tem alguma coisa escondida, porque você nunca manifestou”, e fui deixando as dúvidas entrarem. Tanto que, um sintoma do qual eu tinha sido liberta há anos, também voltara. Tive uma convulsão na infância e minha mãe fez corrente na época para me libertar, mas eu cresci sentindo algo estranho, eu tinha uma confusão mental por alguns segundos e voltava ao normal sem saber o que havia ocorrido. Não me lembro se por um voto ou uma corrente que fiz, esse sintoma havia desaparecido, mas eu deixei o pensamento de dúvida voltar e ainda fiquei alimentando.
Devido a minha formação como Bióloga, comecei a questionar se aquilo era epilepsia e ficava pesquisando a respeito. Quando descobri que nem toda crise epiléptica desencadeia aquele desmaio clássico, espumando pela boca, mas também podia ocasionar crises de ausência, logo voltei a sentir aquela coisa estranha.
Pensava em procurar ajuda na igreja, mas vinha um pensamento dizendo: “Se você procurar ajuda, estará assumindo que é fraca, que sua fé não é suficiente. Ou você tem fé ou não tem”. Enfim, fui piorando, a ponto de pensar que eu estava ficando louca, perdendo a razão. Aí outro pensamento vinha à minha mente: “Seu avô foi internado com problema mental, então você também deve ter alguma coisa, deve ser hereditário”. Só não tive vontade de morrer ou de me matar - até porque já conhecia a felicidade, sabia que ela existia e também sabia da existência do inferno.
Foi horrível! Pior que a dor física, pois isso um remédio resolve, mas a dor da alma... só Deus! Passei por um neurologista que me diagnosticou com depressão leve, pedi a ele que não receitasse nenhum antidepressivo, então ele me recomendou fazer atividade física. Mas eu tomei outra atitude: Comecei do zero! Conversei com o pastor e ele orou por mim. Arrependi-me dos meus erros, me perdoei, batizei nas águas em novembro passado, coloquei minha vida no altar, me desliguei das coisas do mundo, passei a orar, jejuar e me alimentar da Palavra de Deus (coisas que mesmo estando na igreja eu não praticava), e me dar como oferta para Deus!
Parei de ficar procurando o porquê daquilo tudo, passei a olhar para Deus e reconhecer que necessitava de um encontro verdadeiro, de um novo nascimento. Mas não foi só isso, tive que deixar de lado os “anos de igreja” e admitir que eu nada sabia das Coisas Espirituais. Deixei tudo de lado: minha formação acadêmica, meu orgulho, os pecados, o meu querer, tudo, tudo, tudo! Passei a buscar a Deus com sede. Essa é a prioridade da minha vida.
Tive que passar pelo deserto para reconhecer o quanto eu estava longe e precisava me voltar para Deus. Nada é mais importante e nada está acima da minha salvação e de ter Deus em minha vida. Nada, nada! Dinheiro, casamento, profissão, diversão, nada! Quero o Senhor Jesus na minha vida todos os dias; quero a salvação; quero ser como os heróis da Fé que não retrocederam diante das tribulações; quero ser instrumento nas mãos de Deus; quero ser serva obediente e temente à Sua voz e também quero dar o troco no diabo: ganhando almas para o Reino de Deus!
Porque sei que, como eu estive, existem milhares de pessoas dentro das igrejas (cegas espiritualmente), mas longe do Senhor.
Eu era um daqueles do vale de ossos secos, como o Bispo pregou tempos atrás. Até tinha ossos, tendões, músculos, ou seja, alcançava uma bênção aqui, outra ali, mas faltava o Espírito, era um zumbi, e, infelizmente, dentro das igrejas ainda existem muitas pessoas nessa condição.

terça-feira, 27 de março de 2012

Caravana do Resgate 2 – O Retorno


Nesta tarde de domingo (25/03) uma multidão compareceu na ‘’2ª Caravana do Resgate’’ no Cenáculo Maior do Estado do Espírito Santo. Vieram pessoas de todos os lugares do Estado para participar deste maravilhoso evento dirigido pelo Bp. Sérgio Correa que tem percorrido todo o Brasil em busca daqueles que um dia fizeram parte do Reino de Deus e que por algum motivo se afastaram. O Cenáculo Maior já se encontrava lotado de pessoas antes mesmo de se dar inicio a reunião.
O bispo Sérgio iniciou a reunião falando sobre os obreiros e pastores que um dia foram ativos na igreja e que depois se afastaram e também citou o caso de um obreiro que confessou que é muito respeitado na sua igreja e visto pelos outros obreiros e membros como um Homem de Deus, mas o que ninguém sabe é que ele não tem o batismo com o Espírito Santo, que é homossexual se envolve em sites homossexuais e que atualmente gosta de uma mulher que não gosta dele, mas quem está próximo a ele nem desconfia o que se passa e nem mesmo sua própria família. Baseado neste relato o Bp. Sérgio ressalta, “Às vezes as pessoas que estão próximas de nós pensam que estamos bem, mas em nosso íntimo só nós sabemos que não estamos!”.
Um dos momentos marcantes da reunião foi quando ele deu o exemplo de uma embalagem que de longe dizia Coca-Cola, mas quando a pessoa provou do seu conteúdo ela constatou que era apenas café. Isso acontece inclusive na televisão que quando a pessoa vê a programação de certa igreja que de longe parecem ovelhas em um pasto, mas quando se aproxima para ver de perto são apenas bois, afirmando que há muita gente assim, olha para a aparência e nem sabem o que se passa de fato e verdade por dentro da pessoa. Ele também falou sobre o ‘’filho pródigo’’ e chamou na frente do altar todos aqueles que um dia se afastaram e que estavam retornando, eles buscaram o fortalecimento espiritual, o perdão divino e ainda na frente do altar quando a igreja silenciou começou o trabalho de libertação. Uma luta foi travada entre o céu e o inferno. O bispo frisou que ‘’Devemos cuidar da nossa alma, pois ela é muito preciosa para Deus e também para o diabo.’’
O bispo após ministrar a libertação, abençoou a família de um ex-obreiro, pegou o testemunho de uma família que obteve resultados após a 1ª Caravana e chamou ao lado do altar aqueles que estavam retornando e que não iriam deixar passar a oportunidade de sepultar a velha criatura através do batismo nas águas e no mesmo instante chamou na frente do altar quem não tinha a Plenitude do Espírito Santo, muitas pessoas buscaram e com certeza O receberam.
Após a busca comentou sobre a importância do livro ‘’MULHER V’’ para as mulheres que desejam ser segundo o coração de Deus e também para os homens enquanto ele falava muitos se batizavam. Nos minutos finais das Caravana o Bp. Sérgio Correa chamou na frente todos os obreiros, que lotaram o altar e sua frente em seguida pediu que o povo estendesse as mãos e os abençoassem depois de receberem a benção eles também abençoaram o povo e assim o bispo finalizou a Caravana fazendo a última oração.

Confira as fotos:

O força Jovem de São Pedro Esteve Presente no Evento:

domingo, 25 de março de 2012

Um basta Na Mentira



IURD promove campanha visando a libertar aqueles que levam uma vida de aparência

O casal Marilice e Álvaro de Lima, de 64 e 63 anos, respectivamente, viveu mais de 2 décadas um relacionamento de aparência. Segundo Álvaro, as pessoas que os conheciam, elogiavam e admiravam o casal. Mas somente eles sabiam como era a realidade entre quatro paredes. "Enquanto as pessoas viam um casal exemplar, entre nós só havia desunião e desrespeito, além de infidelidade de ambas as partes", conta.

Assim como na vida familiar, com o tempo também começaram a ter problemas nas finanças. "Quando fomos à bancarrota, as pessoas descobriram que o nosso casamento já estava falido. Nesse momento, todas as áreas de nossas vidas estavam destruídas. Cheguei a pensar em matar a minha família e depois a mim como solução de tudo", lembra.

Assim como este casal, não são poucas as pessoas que aparentam uma vida diferente da realidade. De acordo com Viviane Sampaio, psicóloga especializada em Terapias Cognitivas pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) do Hospital das Clínicas (HCFMUSP), há pessoas que optam por uma vida de aparências por ser uma forma mais fácil de lidar com os problemas que a vida inevitavelmente apresenta. "É uma fuga da realidade, porque o indivíduo não consegue gerenciar estas dificuldades. É algo que pode ser temporário, e a pessoa ou se conscientiza para tentar um caminho com resultados melhores ou opta pela vida de aparência que dá um resultado imediato. Com isso, ela pode se tornar uma pessoa frustrada, sendo este um modo de pensar frágil e imaturo", explica.

Segundo a especialista, quanto maior a capacidade de o indivíduo lidar com limites, melhor é a forma como ele vive. "Há pessoas que acham que podem ter a vida como a dos personagens de novela, o que não é a realidade. A pessoa precisa aprender a lidar com os problemas e frustrações, e saber que nem tudo será conquistado de imediato. Quanto maior a capacidade de lidarmos com as perdas que teremos, melhor será a nossa vida", ensina.


Como mudar?

No dia 1º de abril, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) realizará a campanha "Dia da verdade", a fim de ajudar as pessoas que vivem de aparências. De acordo com o bispo Adilson Silva, enquanto nesta data algumas pessoas vão lembrar o dia da mentira, o objetivo dos bispos e pastores é levar a verdade. "Porque Jesus disse: ‘E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará’ (João 8.32). E somado a isso é o Domingo de Ramos, quando nos lembramos da entrada de Jesus em Jerusalém. O Senhor Jesus é a Verdade, então vamos determinar que este dia seja a entrada triunfal da Verdade na vida das pessoas, para que elas deixem de viver uma mentira", aponta.

Aqueles que reconhecem ter uma vida de aparências e querem mudar devem procurar a IURD mais próxima no dia 1º de abril. Esses são os primeiros passos para a transformação, conforme explica o bispo Adilson.

"Não há como mudar se não há a entrada triunfal de Jesus na vida da pessoa. Essa entrada não é automática, quem provoca a mudança é a pessoa quando crê; e o fato de ela vir nesse dia já é uma manifestação de fé. Jesus disse: ‘Tudo é possível ao que crê’ (Marcos 9.23), então vai ser o dia em que nós vamos apresentar a verdade para a pessoa e os que creem certamente vão ver a manifestação do poder de Deus na vida deles", assegura.

Ao agir conforme a explicação dada pelo bispo Adilson, o casal apresentado no início desta matéria pôde alcançar a mudança que tanto queria e passou a desfrutar de uma vida plena. "Fomos convidados para ir a um dos Cenáculos do Espírito Santo por uma ex-empregada. Depois de muita luta, campanhas e votos, Deus transformou nossas vidas de maneira extraordinária. Hoje somos de fato uma família unida e feliz. Há respeito entre nós e sou marido de uma única mulher", testemunha Álvaro.




quinta-feira, 22 de março de 2012

Saber ou sentir


O que há em comum entre o coração e o diabo?
Os dois são enganadores e perversos.
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” Jeremias 17.9
Enquanto Jesus fala do coração como fonte de maus pensamentos: “Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.” Mateus 15.19, Paulo trata as obras da carne como os pensamentos do coração: “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.” Gálatas 5.19-21
Portanto, coração e carne são o mesmo.
Obras da carne e pensamentos do coração dá no mesmo.
Podemos dizer que os nascidos da carne e nascidos do coração são o mesmo.
Os nascidos do coração foram gerados na emoção da mesma forma como os nascidos da carne foram gerados pelos sentimentos.
Este tipo de "cristão" gosta de mensagens com apelos fortes de emoção.
Gosta dos afagos do pastor.
Gosta de aparecer, de elogios, de reconhecimentos e louvores.
Na falta disso, o coração fervoroso se entristece e até abandona a fé…
Os nascidos da carne são pura emoção.
Na igreja sentem-se bem, mas fora dela sentem-se frios.
Vivem do que sentem ou deixam de sentir. Por isso, não conseguem vencer a si mesmos e muito menos o mundo.
Foram enganados pela fé vinda do coração. O tempo acaba mostrando suas frustrações.
O que norteia sua fé são os sentimentos e não a Bíblia.
Sua fé nasceu no coração e foi agasalhada pelos sentimentos. Lá ela se criou e continua se alimentando.
Conselho emotivo, música emotiva, reunião emotiva, louvores regados de emoções, enfim, sua fé é puro fruto de sentimentos.
Só espuma. Nunca está apta para obedecer à Palavra de Deus, enfrentar aflições, tribulações e provações dos desertos.
Esse tipo de fé não tem coragem para segurar a espada e defendê-la. Antes, defende a denominação, o pastor, mas nunca sua crença.
Sua covardia aceita qualquer coisa. Menos lutar. Aceita até a parceria com o mal, só para não ter de confrontá-lo.
A fé do coração é como cosmético. Derrete diante do calor da batalha. Tapa os ouvidos ao som da trombeta e foge do alarido de guerra.
Como o Espírito de Deus poderia contar com esse tipo de gente?
Religiões e religiosos são assim. Conscientes ou inconscientes, trabalham em conluio com o inferno.
Muita gente sustenta a fé aquecida pelo cobertor da emoção; outras, pela frieza da tradição.
Mas há também os que não fedem nem cheiram, são os mornos.
Entretanto, contrariando as sensações da fé religiosa, surge a fé inteligente. Fé que pensa, pesa, medita e avalia.
Esta fé crê que Deus não pode mentir nem revogar o que prometeu. Que Ele fará exatamente como prometeu.
Tal qualidade de fé não atenta para as circunstâncias, não olha para trás, nem para os lados. Sempre vai em frente, custe o que custar.
A exemplo disso, o apóstolo Paulo usava sua fé inteligente combinando com os pensamentos de Deus. E deixou um precioso conselho:
“… uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo…” Filipenses 3.13-14
A Timóteo, disse: “… sei em quem tenho crido e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia.” 2 Timóteo 1.12
Ele sabia e não sentia em Quem estava crendo.
E você leitor? Tem sabido (intelecto) ou tem sentido (coração) em Quem tem crido?